Metodologia XP (eXtreme Programming) – Conclusões, Bibliografia e Download

Esta série de artigos sobre Metodologia XP de desenvolvimento de software é uma versão compacta do trabalho de conclusão de curso (TCC) na qual o título original da monografia em que foi:

O USO DA METODOLOGIA XP NO DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE E OS IMPACTOS NA GESTÃO DE RISCOS

Finalizamos hoje a série de artigos sobre o assunto com as conclusões, as referências bibliográficas e o download completo da monografia.

Sumário do artigo “Metodologia XP”:

Metodologia XP ( eXtreme Programming )

Conclusões

Extreme Programming é uma metodologia que busca reduzir ou mesmo sanar problemas de atrasos no cronograma, retrabalhos no projeto e desperdícios de tempo e dinheiro nos processos de desenvolvimento. Para isso, a XP utiliza-se de uma série de práticas que auxiliam as equipes de desenvolvimento a trabalhar de maneira mais eficiente. Um dos fatores que tornam a XP eficiente é a integração constante entre cliente e desenvolvedores, isso favorece para que as necessidades do cliente sejam rapidamente compreendidas e em seguida implementadas.  A programação em par também é um diferencial da metodologia XP no requisito treinamento, enquanto que no desenvolvimento tradicional a falta de treinamento influencia diretamente no prazo de um projeto, na metodologia XP um dos integrantes da dupla vai sendo treinado ao longo do desenvolvimento de maneira transparente para o projeto.




Por se tratar de uma metodologia relativamente nova que contraria muitos paradigmas do desenvolvimento tradicional, ainda há um preconceito com a metodologia e a dúvida sobre a eficácia da sua utilização. Mas, percebe ao longo deste trabalho que existe grande chance nos próximos anos da metodologia XP vir a ser bastante utilizada. E que, como em qualquer outra metodologia, ela possui pontos fracos, mas se utilizada da forma correta, a combinação dos valores e boas práticas criam as condições necessárias para que uma equipe de desenvolvimento obtenha sucesso em seus projetos.

 

Bibliografia

ASTELS, David; MILLER, Granville; NOVAK, Miroslav. Extreme Programming – Guia prático. Rio de Janeiro, Ed. Campos, 2002. 
BORBOREMA, Thiago. Impacto da aplicação da metodologia XP nas organizações de desenvolvimento de software. Monografia – Curso de Sistemas de Informação, Faculdade de Filosofia Ciência e Letras Eugênio Pacelli, Pouso Alegre, 2007. 
CASTRO, Vinicius A. Desenvolvimento Ágil com Programação Extrema. Monografia – Curso de Ciência da Computação, Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, Sergipe, 2007. 
GARCIA, Luís F. Qualidade de Software – Aula 5. Disponível em: <http://www.garcia.pro.br/Ulbra-Qualidade/Qualidade%20de%20Software%20-20Aula%205%20-%20qualidade%20processo.pdf> Acessado em: 01/05/2009. 
LEITE, Júlio C.S.P. Qualidade de Software: Teoria e Prática, Orgs. Rocha, Maldonado, Weber, Prentice-Hall, São Paulo, 2001. Capítulo 17. 
NETO, Camilo L. M. As implicações da técnica de refatoração em desenvolvimento e manutenção de Software. Monografia (Bacharel Sistemas de Informação) Faculdade Zacarias de Góes. Valença, 2008. 
PFLEEGER, Shari L. Engenharia de Software: Teoria e Prática; tradução Dino Franklin; Revisão técnica Ana Regina Cavalcanti da Rocha. 2ª ed.São Paulo: Prentice- Hall, 2004. (Pearson) 
PRESSMAN, Roger S. Software engineering: a practitioner’s approach. 4ª ed.New York: McGraw-Hill, 1997.
PRESSMAN, Roger S. Engenharia de software; tradução Rosângela Delloso Penteado. 6ª ed.São Paulo: McGraw-Hill, 2006. 
RODRIGUES, Ana N.; MOURA, Mirtes; RODRIGUES, Paula; SANTOS, Vanusa; DevMedia Group – Qualidade de Software – parte 1 e 2. Disponível em: <http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=9408> Acessado em: 01/05/2009. 
SENSAGENT. Disponível em: <http://dicionario.sensagent.com/feedback/en-en/> Acessado em: 26/07/2009. 
SOARES, Michel dos S. Comparação entre Metodologias Ágeis e Tradicionais para o Desenvolvimento de Software. Unipac – Universidade Presidente Antônio Carlos Faculdade de Tec. e Ciências de Conselheiro Lafaiete. Conselheiro Lafaiete, 2004. 
SOMMERVILLE, Ian Engenharia de software; tradução André Maurício de Andrade Ribeiro. 8ª ed.São Paulo: PEARSON UNIVERSITARIOS, 2007. 
STANDISH, The Chaos Report. The Standish Group International, Inc 2001. Disponível em: <http://www.standishgroup.com/sample_research/chaos_1994_1.php> . Última visita em abril de 2009. 
TELES, Vinícius M. Extreme Programming – Aprenda como encantar seus usuários desenvolvendo software com agilidade e alta qualidade. Rio de Janeiro: Novatec Editora, 2006. 
TELES, Vinícius M. Um estudo de caso da adoção das práticas e valores do extreme programming – Dissertação (Mestrado em Informática) – Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, 2005. 
VIANA, Leonardo. M.; DESCHAMPS, Alexandro. XP – Extreme Programming. Disponível em: <http://www.apicesoft.com/common/articles/Apice> Acessado em: 21/03/2009. 
XProgramming.com What is Extreme Programming? Disponível em: <http://xprogramming.com> Acessado em: 25/ 10/ 2009.
 

Download

Monografia: O uso da metodologia XP no desenvolvimento de software e os impactos na gestão de riscos

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Coordenador de curso na Etec de Itapira, pós-graduado em desenvolvimento de sistemas web e professor nos cursos de Administração e Técnico em Informática para Internet. Nerd por vocação e blogueiro por opção, é autor do livro “Diário de um Blogueiro” e dos blogs Neurônio 2.0 e Hiperbytes.

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